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	<title>MF Turismo &#187; Turismo</title>
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	<description>Agência de Viagens, Portal do Turismo Capixaba</description>
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		<title>Festival de Alegre historia</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 22:07:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Festival de Alegre surgiu como uma festa universitária em 1980 com os objetivos de divulgar a Música Popular e revelar novos nomes para o cenário nacional, tanto de compositores como de intérpretes. Na década de 90, o evento tomou outras proporções com o aumento significativo da divulgação, o que explica o sucesso de inscrições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Festival de Alegre surgiu como uma festa universitária em 1980 com os objetivos de divulgar a Música Popular e revelar novos nomes para o cenário nacional, tanto de compositores como de intérpretes. Na década de 90, o evento tomou outras proporções com o aumento significativo da divulgação, o que explica o sucesso de inscrições e de público a cada ano.</p>
<p>Em 2005, o Festival emplacou seu recorde ao receber<span id="more-486"></span> 1880 músicas para a pré-classificação, 57% a mais que em 2004, incluindo inscrições de outros países. Nos últimos 5, anos mais de 6000 músicas foram inscritas. A estimativa para este ano é um crescimento de 10% a 15%.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-488" title="festival de alegre" src="http://www.mftour.com.br/wp-content/uploads/2009/05/festival01.jpg" alt="festival de alegre" width="289" height="178" />O evento acontece no Centro de Lazer Geraldo Santos, uma área que possui mais de 30.000 m2. O local abriga uma completa infra-estrutura de palco, sonorização, iluminação, camarote, praça de alimentação, arquibancadas e banheiros químicos, além de postos de atendimento médico e policial.</p>
<p><strong>&gt;ATRAÇÕES DE 2009</strong></p>
<p><strong>Chiclete com Banana, Banda Eva, Ana Carolina, Skank, Sorriso Maroto, Chimarruts, João Bosco e Vinícius, Jota Quest, Paralamas do Sucesso x Titãs, O Rappa, Fresno, Asa de Águia, Jorge e Mateus, Cláudia Leite e NX Zero.</strong></p>
<p>Alegre é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. O município abrange uma área de aproximadamente 778,6 km². O clima é quente e chuvoso, no verão, e seco, no inverno. Segundo dados do IBGE, a população do município é de 32.377 habitantes, sendo que um pouco mais de 18.000 reside na sede, e o restante é divido entre os 7 distritos: Araraí, Café, Rive Celina, Santa Angélica, Anutiba e São João do Norte. Sua população estimada em 2004 era de 32.377 habitantes.<br />
<strong>Cachoeira da Fumaça</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-489" title="cachoeira da fumaça" src="http://www.mftour.com.br/wp-content/uploads/2009/05/fumaaa-300x195.jpg" alt="cachoeira da fumaça" width="300" height="195" />O Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça foi criado através do decreto n° 2.791-E (24 de agosto de 1984) e complementado através do decreto n° 4.568-E (21 de setembro de 1990), quando o então Governo do Estado, atendendo uma demanda dos moradores do município de Alegre, Guaçuí, Castelo e de outros estados da Federação, desapropriou uma área de 27 hectares, coberta basicamente de pastagem, mas que continha em seu interior a Cachoeira Braço Norte Direito ou Cachoeira da Fumaça. A cachoeira tem esse nome devido à neblina que se eleva acima da mesma.</p>
<p>Entre em contato conosco agora e adiquira seu pacote para o festival.</p>
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		<title>Morro de São Paulo, a Ilha da Bahia</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 13:09:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Morro de São Paulo respira o ar puro das ilhas que ainda não convivem com asfalto e automóveis. É dos morros mais verdes do litoral brasileiro, verde escuro, denso e aromático, quando chove. Neste pedaço da Bahia, a diversão começa em praias de águas transparentes: algumas rústicas e reservadas, outras com tradição de animadas festas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-449 aligncenter" title="morro" src="http://www.mftour.com.br/wp-content/uploads/2009/05/morro.jpg" alt="morro" width="526" height="207" /></p>
<p style="text-align: left;">Morro de São Paulo respira o ar puro das ilhas que ainda não convivem com asfalto e automóveis. É dos morros mais verdes do litoral brasileiro, verde escuro, denso e aromático, quando chove. Neste pedaço da Bahia, a diversão começa em praias de águas transparentes: algumas rústicas e reservadas, outras com tradição de animadas festas noturnas.<span id="more-448"></span></p>
<p>Não é difícil chegar lá, no vilarejo turístico da ilha de Tinharé, que pertence ao município-arquipélago de Cairu, a 272 km de Salvador. Na capital baiana, as opções de transporte são táxi aéreo, lancha, catamarã e ainda um combinado de balsa, ônibus e barco ou lancha. Qualquer dos meios deixa ver o privilegiado ecossistema da Costa do Dendê, fonte da culinária afro-brasileira.</p>
<p>São quatro as praias principais: Primeira, Segunda, Terceira e Quarta. Quem busca silêncio e privacidade costuma preferir as duas últimas, que ficam relativamente distantes da infra-estrutura de lojas, restaurantes, danceterias e agências de passeio da Primeira e da Segunda. Estas, próximas da rua principal da vila, o Caminho da Praia, atraem o público mais jovem e os festeiros de plantão.</p>
<p>A graça do lugar reside justamente na diversidade de paisagens que pode ser percorrida no mesmo dia. Da muvuca da orla lotada, de gente, de guarda-sóis e de quiosques com atendentes em trajes mínimos, até os quilômetros desimpedidos para caminhadas entre piscinas e coqueiros da Quarta Praia, por exemplo.</p>
<p>Outra característica marcante é a forte presença estrangeira entre moradores e turistas. Nos últimos 20 anos, europeus andaram comprando (e cercando) grandes extensões de terra, morro abaixo e morro acima. Morro de São Paulo tem lá seu charme internacional na culinária, nos sotaques e nos cabelos loiríssimos dos herdeiros dos imigrantes nascidos ali.</p>
<p>Ainda que a submersão nas águas cálidas capitalize boa parte da programação diurna, não dá para dispensar as trilhas que desbravam um cenário especial, de ruas de terra no meio da mata. Trilhas fáceis levam às raras construções históricas do período colonial, como as ruínas da Fortaleza e a Fonte Grande. Quem se dispõe a trilhas de dificuldade média pode partir para a vila da Gamboa, a Fonte do Céu e o Teatro do Morro, estes dois lá no alto, numa zona chamada de Mangaba.</p>
<p>O transporte local se limita a tratores puxando cabines para poucos passageiros. Se a hospedagem escolhida não oferecer o translado desde o desembarque, visitantes com bagagem pesada vão precisar do serviço de carregadores, por exemplo.</p>
<p>De Morro, partem embarcações para viagens plácidas rumo a ilhas vizinhas, como a já famosa Boipeba, e também aventuras para velejadores experientes. Mergulhadores iniciantes e veteranos encontram infra-estrutura para o esporte em agências locais.</p>
<p>Antes de mais nada, faça como manda a hospitalidade baiana: relaxe. Respire. Se fizer sol, ótimo. Se despencar água, cores surpreendentes vão brotar das árvores, das bromélias, dos mangues. O festerê noturno segue em etapas e não tem hora para acabar, então descanse durante a tarde, esconda-se do mundo na rede do bangalô ou sob a sombra dos coqueiros.</p>
<p>E continue relaxando ao pôr-do-sol, sente na areia da praia para acompanhar uma partida de futebol com o azul do mar ao fundo, um paredão verde à esquerda (o do Farol) e o vermelho do céu acima. Meia caipirinha depois e aquele entrevero de pernas masculinas vai parecer mais um balé, uma pintura em movimento. O isolamento tem seu valor.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Uol Viagens</p>
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		<title>Dicas de viagem</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 21:18:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aqui algumas dicas do que levar em determinas viagens! *Abridor de latas/garrafas &#8211; * *Frigideira pequena *Garrafa térmica &#8211; * *Artigos de higiene e roupas pessoais *Gás (cartucho ou bujão de 2) &#8211; * *Bacia plástica *Guardanapos de papel &#8211; * *Barraca (conferirse está tudo na sacola) *Guarda sol &#8211; * *Bomba para encher o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Aqui algumas dicas do que levar em determinas viagens!</strong></p>
<p>*Abridor de latas/garrafas &#8211; * *Frigideira pequena</p>
<p>*Garrafa térmica &#8211; * *Artigos de higiene e roupas pessoais</p>
<p>*Gás (cartucho ou bujão de 2) &#8211; * *Bacia plástica</p>
<p>*Guardanapos de papel &#8211; * *Barraca (conferirse está tudo na sacola)</p>
<p>*Guarda sol &#8211; * *Bomba para encher o colchão</p>
<p>*Isolante térmico &#8211; * *Carregador de bateria<span id="more-378"></span></p>
<p>*Cadeiras de praia &#8211; *  *Lâmpada</p>
<p>*Lanterna e pilhas &#8211; **Caixa térmica</p>
<p>*Câmara fotográfica &#8211; *  *Lençóis</p>
<p>*Martelo de borracha &#8211; * *Canivete</p>
<p>*Mesa desmontável &#8211; * *Capa p/chuva ou poncho</p>
<p>*Óculos para sol &#8211; *  *Chapéus/bonés</p>
<p>*Panela pequena &#8211; * *Chinelos/havaianas</p>
<p>*Lona plástica &#8211; **Colchão inflável, colchonete ou saco dormir</p>
<p>*Pano para pratos &#8211; ** Copos ou canecas plásticos</p>
<p>*Pano para limpeza das tralhas &#8211; * * Cordas multiuso e para o varal</p>
<p>*Papel alumínio &#8211; * *Detergente, bom-bril, esponja</p>
<p>*Papel higiênico &#8211; *  *Espelho pequeno (p/cuidar da aparência)</p>
<p>*Pratos plásticos &#8211; * *Espeques da barraca</p>
<p>*Prendedores de roupa &#8211; * *Espetos e grelha p/churrasco</p>
<p>*Protetor solar &#8211; * *Extensão elétrica, c/bocal para lâmpada</p>
<p>*Kit primeiros socorros &#8211; * *Extensores de borracha</p>
<p>*Repelente p/ mosquitos, &#8211; * *Faca para o churrasco</p>
<p>*Ferramentas básicas &#8211; * *Maquina digital</p>
<p>*Sabonetes/saboneteiras &#8211; * *Sacos para lixo</p>
<p>*Filtro e coador de cafétalheres &#8211; * *Ventilador pequeno</p>
<p>* Transformador de voltagem 110/220 v- * *Fita adesiva</p>
<p>*Fogareiro ou fogão 2 bocas &#8211; * *Toalhas de banho e rosto</p>
<p>*(silvertape)travesseiros &#8211; * *Fósforos (maço)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>MF Turismo fazendo seu feriado bombar!</strong></p>
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		<title>10 ilhas Brasileiras onde é possível encontrar paz</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2009 03:54:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[No meio do congestionamento ou ouvindo uma bronca do chefe, não tem como não sonhar com um pouco de isolamento. Nada melhor, para isso, do que uma ilha. Com o desenvolvimento do turismo, é complicado encontrar uma porção de terra totalmente deserta e com acesso, se não fácil, possível. No entanto, alguns cantinhos de paz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No meio do congestionamento ou ouvindo uma bronca do chefe, não tem como não sonhar com um pouco de isolamento. Nada melhor, para isso, do que uma ilha. Com o desenvolvimento do turismo, é complicado encontrar uma porção de terra totalmente deserta e com acesso, se não fácil, possível. No entanto, alguns cantinhos de paz ainda existem nos 10 lugares que listamos aqui. Escolha quem você levaria para sua ilha e descubra o seu:</p>
<p><strong>1. Ilha do Bananal (TO)</strong><br />
Cercada pelos rios Araguaia e Javaés, é a maior ilha fluvial do mundo. Tem flora e fauna diversificadas, já que está em um ponto de transição entre a Amazônia e o cerrado. As atrações variam conforme a época do ano: nas chuvas (de novembro a abril), o território alaga, formando um verdadeiro pantanal que só é possível de explorar de barco. Na seca, a água que recua dá lugar a belas praias. <span id="more-347"></span></p>
<p><strong>2. Ilha de Marajó (PA)</strong><br />
Em função de seu tamanho, é bastante diversa e oferece um leque enorme de oportunidades. Marajó mistura praias com Amazônia, campos povoados por búfalos com vilas, tudo isso colorido pelo vermelho das penas do guará, um pássaro típico da região. Além das belezas naturais, renda-se ao encanto do artesanato marajoara e das danças inspiradas em manifestações africanas e indígenas.</p>
<p><strong>3. Ilha do Caju (MA)</strong><br />
A ilha é uma das cerca de 80 localizadas no delta do rio Parnaíba, perto da fronteira do Maranhão com o Piauí. Ela é propriedade de uma família de origem britânica, que resolveu investir pesado na preservação e no ecoturismo. Aproveite para relaxar caminhando por entre as dunas, observe os caranguejos ao explorar os mangues de caiaque, ande a cavalo ou, simplesmente, escolha uma das praias marítimas ou fluviais.</p>
<p><strong>4. Arquipélago de Fernando de Noronha (PE)</strong><br />
Só foi aberto para o turismo na década de 90 e, ainda assim, com visitação controlada. Não é à toa que esse conjunto de ilhas consegue preservar intacta sua natureza caprichada. O desenho de Fernando de Noronha é carregado de pinceladas azuis e verdes no mar, emolduradas por praias douradas, rochas e corais. Ali, a vida marinha pulsa e convida a um mergulho.</p>
<p><strong>5. Arquipélago de Abrolhos (BA)</strong><br />
Esse Parque Nacional Marinho é formado por cinco ilhas e fica no litoral sul da Bahia, na altura de Caravelas. Uma das melhores épocas do ano para o turismo é entre julho e novembro, quando ele recebe a visita das baleias-jubarte. Nesse período em que fazem a reprodução, elas proporcionam um fascinante espetáculo de caudas, acrobacias, barbatanas e cantos.<br />
<img class="alignright size-medium wp-image-348" title="ilha-grande-rj" src="http://www.mftour.com.br/wp-content/uploads/2009/05/ilha-grande-rj-300x197.jpg" alt="ilha-grande-rj" width="282" height="165" /><br />
<strong>6. Ilha Grande (RJ)</strong><br />
À maior das ilhas da baía de Angra dos Reis, só se chega de barco. Para suas belas enseadas, o único caminho são as trilhas. Além das mais de cem praias, Ilha Grande tem Mata Atlântica preservada, rios, cachoeiras e clima de vila de pescadores. Desfrute com mais tranqüilidade fora dos feriados prolongados e da alta temporada, quando o local é invadido por visitantes de Rio e São Paulo.</p>
<p><strong>7. Ilhabela (SP)</strong><br />
Bela até no nome, a ilha é famosa pela prática de esportes náuticos, em especial a vela. A 198 quilômetros de São Paulo, está longe de ser deserta, oferecendo um generoso leque de pousadas e restaurantes charmosos. A costa voltada para o oceano, porém, é marcada por praias selvagens e de difícil acesso, como a do Bonete. Não precisa nem desligar o celular para relaxar: ele não pega ali mesmo&#8230;</p>
<p><strong>8. Ilha do Cardoso (SP)</strong><br />
No extremo sul do litoral paulista, essa ilha tem 90% de seu território preservado por um parque estadual. São cerca de 20 mil hectares de Mata Atlântica, cachoeiras, praias, costões, dunas, piscinas naturais e sambaquis (depósitos de conchas). A Ilha do Cardoso é habitada por comunidades caiçaras, de ascendência indígena, que dão as visitantes uma importante lição sobre o relacionamento com a natureza.</p>
<p><strong>9. Ilha do Mel (PR)</strong><br />
Acesso limitado, ausência total de carros, nada de iluminação pública. Esses são alguns dos ingredientes que dão sabor rústico à essa ilha do Paraná. Com 35 quilômetros de praias, há areia de sobra para os visitantes se espalharem. Quando o fazer nada à beira-mar parecer insuficiente, encare a trilha até o Forte Nossa Senhora dos Prazeres, que oferece uma vista de perder a voz.</p>
<p><strong>10. Ilha do Campeche (SC)</strong><br />
Localizada a leste da ilha da moda &#8211; Florianópolis -, Campeche não oferece a possibilidade de pernoite. Para explorar suas trilhas, só mesmo em bate-e-volta, com monitor credenciado e após o pagamento de uma taxa de preservação. Em meio ao cenário de Mata Atlântica, a ilha de apenas uma praia guarda uma surpresa improvável: dez sítios arqueológicos, com um vasto conjunto de inscrições rupestres.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> terra turismo</p>
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		<title>Gripe Suína ou H1n1</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 08:43:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, nesta terça-feira, que o Gabinete Permanente de Emergência decidiu ampliar o monitoramento dos vôos vindos de áreas afetadas pela gripe suína. Além do México, dos Estados Unidos e do Canadá, o órgão vai monitorar os viajantes provenientes da Espanha, Reino Unido e Nova Zelândia. Cerca de 100 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, nesta terça-feira, que o Gabinete Permanente de Emergência decidiu ampliar o monitoramento dos vôos vindos de áreas afetadas pela gripe suína. Além do México, dos Estados Unidos e do Canadá, o órgão vai monitorar os viajantes provenientes da Espanha, Reino Unido e Nova Zelândia.</p>
<p>Cerca de 100 pessoas &#8211; incluindo representantes das empresas, da Infraero, Receita Federal, Polícia Federal e consulados do México e EUA<span id="more-315"></span> &#8211; participaram de uma reunião nesta terça-feira no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, para discutirem medidas contra a gripe suína. Segundo o diretor da Anvisa, José Agenor Alvarez da Silva, as companhias aéreas se comprometeram a repassar informações sobre possíveis casos da doença à agência.</p>
<p>A Anvisa voltou a criticar a demora da Organização Mundial da Saúde (OMS) pela demora na notificação dos casos de gripe suína. Segundo José Agenor da Silva, os casos começaram a ser identificados nos países afetados no dia 18 de março, mas o alerta geral só foi dado na sexta-feira.</p>
<h1 class="entry-title" style="text-align: center;"><strong>O que é a gripe suína ?</strong></h1>
<p>É uma doença respiratória que atinge porcos causada pelo vírus influenza tipo A, que tem diversas variantes. Algumas das mais conhecidas são a H1N1, a H2N2 e a H3N2.</p>
<p>A gripe suína geralmente não atinge os humanos, e até então eram raros são os casos de contágio de pessoa para pessoa. A contaminação ocorre da mesma forma que a gripe comum, por meio de perdigotos (gotículas de saliva) lançados na tosse e espirros.</p>
<p>Sobre o recente surto que teve origem no México, a Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou que alguns dos casos registrados são formas não conhecidas da variedade H1N1 do vírus Influenza A.</p>
<p>Ele é geneticamente diferente do vírus H1N1 que vem atacando humanos nos últimos anos e contém DNA associado aos vírus que causam as gripes aviária, suína e humana, incluindo elementos de viroses européias e asiáticas.</p>
<h1 class="entry-title" style="text-align: center;">Cinco estados registram atendimentos com suspeita de gripe suína</h1>
<p>Várias pessoas foram atendidas em hospitais pelo país com suspeita de gripe suína. Os casos ainda estão sob investigação das autoridades de saúde locais e não estão sendo acompanhados pelo Ministério da Saúde.<br />
Oficialmente, o Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (28) que acompanha 20 casos de pessoas com suspeita de contaminação pela gripe suína no Brasil. Os casos foram registrados em oito estados do país. O Paraná é o estado com mais casos suspeitos (4), seguido de Minas Gerais, Amazonas e Santa Catarina (3), Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte (2 cada) e Pará (1). Segundo o ministério, esses casos estão sendo monitorados.</p>
<p>Os casos que não estão sendo acompanhados pelo Ministério da Saúde foram registrados no <strong>Espírito Santo</strong>, São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso.</p>
<p><strong>No momento não viaje para o México, remarque sua passagem até que a situação melhore, não se arrisque.</strong></p>
<p><strong>Fontes:</strong> Redação Terra</p>
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		<title>Santa Leopoldina ES.</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 08:16:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Santa Leopoldina está a 46 km de Vitória, é uma cidade de belos casarões de estilo europeu, localizada às margens do Rio Santa Maria onde se instalaram os primeiros imigrantes suíços, seguidos por alemães e luxemburgueses. Inicialmente denominada Cachoeiro de Santa Leopoldina, o nome surgiu em 1860, a partir da visita de D. Pedro II [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">
<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-medium wp-image-298" title="cachoeira-do-moxafongo" src="http://www.mftour.com.br/wp-content/uploads/2009/04/cachoeira-do-moxafongo-300x234.jpg" alt="cachoeira-do-moxafongo" width="270" height="186" />Santa Leopoldina está a 46 km de Vitória, é uma cidade de belos casarões de estilo europeu, localizada às margens do Rio Santa Maria onde se instalaram os primeiros imigrantes suíços, seguidos por alemães e luxemburgueses. Inicialmente denominada Cachoeiro de Santa Leopoldina, o nome surgiu em 1860, a partir da visita de D. Pedro II ao município. Com o progresso da colônia, chegou a ser, no século XIX, o maior centro comercial do estado, travando relações com comerciantes europeus. Tornou-se município em 1887 e em 1943 teve seu nome simplificado para Santa Leopoldina. O conjunto arquitetônico da área central é a sua maior atração, um dos mais ricos sítios históricos do Estado, constituído de 38 imóveis tombados pelo Conselho Estadual de Cultura.<br />
Os padrões são típicos do início do século XX, de acordo com as linhas arquitetônicas européias da época, sendo visíveis por toda parte as marcas daquela colonização.<span id="more-297"></span>
</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PONTOS TURÍSTICOS</strong></p>
<p><strong>Museu do Colono</strong><br />
Acervo com mais de 600 peças, destacando-se mobiliários Art Noveau, faianças de várias parte do mundo, opalinas, fotografias, instrumentos musicais e relógios antigos. Localizado na sede do município. Horário de funcionamento – Terça a Domingo das 11:00 às 17:00 .</p>
<p><strong>Cachoeira da Suíca</strong><br />
A 7 km da sede, no Ribeirão dos Pardos, seguindo pela estrada que liga Santa Leopoldina a Santa Maria de Jetibá.</p>
<p><strong>Cachoeira do Chaves</strong><br />
Com queda d’água bem menor e condições para banho e mergulhos em sua piscina de água natural, é ligada através de forte corredeira ao Véu da Noiva. É um verdadeiro paraíso desconhecido.</p>
<p><strong>Cachoeira da Fumaça</strong><br />
A 4 km da sede, dois deles por estrada de chão. A entrada fica próxima ao Sumidouro do Funil, em Ribeirão dos Pardos, à esquerda, antes da ponte na rodovia Afonso Schwab. Possui bar e são comercializados doces caseiros e produtos agrícolas como galinha e ovos.</p>
<p><strong>Cachoeira de Mangaraí</strong><br />
A menos de 20 km do centro da cidade há um acesso para Três Pontes. As calmas planícies conduzem até a Barra de Mangaraí. À esquerda, por estrada de chão, encontra-se a Cachoeira de Mangaraí.</p>
<p><strong>Cachoeira da Mata</strong><br />
Em Caramuru (Distrito), pela Rodovia Afonso Schwab, entrando à esquerda, antes da usina de Suíça. Depois de passar por plantações de chuchu e milho, entrar em frente à escola rural de Santa Leopoldina e seguir por mais 6 km. Há uma placa indicando entrada à esquerda, em uma bifurcação. Possui bar e camping.</p>
<p><strong>Cachoeira Moxafongo</strong><br />
A 1,5 km da sede. Possui banheiros, bar, restaurante, campo de vôlei, barraquinhas à beira do lago formado pela cachoeira e toboágua natural. Oferece passeios a cavalo.</p>
<p><strong>Cachoeira do Retiro</strong><br />
A cerca de 4 km da Barra do Mangaraí. É aberta à visitação. Possui pequena infra-estrutura.</p>
<p><strong>Cachoeira do Rio do Meio</strong><br />
Na rodovia de acesso ao Tirol. Fica a 12 km da Barra do Mangaraí. Com infra-estrutura de churrasqueiras, bar e restaurante.</p>
<p><strong>Cachoeira do Rio da Prata</strong><br />
É no Rio da Prata que são formadas as mais belas cachoeiras, das quais a primeira que se avista é a Cachoeira do Rio da Prata, que fica numa propriedade particular.</p>
<p><strong>Cachoeira Véu da Noiva</strong><br />
Está localizada a aproximadamente 10 km da sede, no Rio da Prata, em direção a Santa Teresa, à margem da Rodovia Bernardino Monteiro. Possui infra-estrutura de bar, restaurante e um campo de futebol soçiety.</p>
<p><strong>Parque Cachoeira das Andorinhas</strong><br />
A 7 km da sede, no Ribeirão dos Pardos, seguindo pela estrada que liga Santa Leopoldina a Santa Maria de Jetibá, entrar à esquerda depois da Usina de Suíça. Sua infra-estrutura oferece: camping, restaurante self-service, bar, churrasqueiras, piscinas naturais, playground, quadras de peteca e futevôlei.</p>
<p><strong>Parque Gruta da Onça</strong><br />
A 4 km da Cachoeira de Moxafongo, subindo a Serra da Bragança. Sua infra-estrutura oferece: estacionamento, banheiros, bar, churrasqueiras, toboágua, piscinas naturais, grutas, pesque-pague, camping e pousada.</p>
<p><strong>Represa de Rio Bonito</strong><br />
Uma das principais atrações do município.</p>
<p><strong>Morro da Pedra da Malha</strong><br />
Um dos pontos mais bonitos da cidade. Dele se avista o litoral, incluindo a Praia da Costa em Vila Velha, e a Praia de Camburi em Vitória . O local serve para a pática de vôos de asa delta.</p>
<p><strong>Sumidouro do Funil</strong><br />
Onde o Rio Santa Maria desaparece por quase 1 km por debaixo das pedras, para aparecer lá perto da ponte, a 1 quilômetro.</p>
<p><strong>Água de Maria Gilda</strong><br />
Uma menininha que morreu afogada numa bacia, enquanto tomava banho. Tem atraído muitas pessoas ao lugar: a água é tida como milagrosa.</p>
<p><strong>Sítio Histórico</strong><br />
Construções do final do século XIX e início do século XX em estilo colonial luso-brasileiro, com detalhes da arquitetura anglo-saxônica. São 38 imóveis com arquitetura é típica do início do século, de acordo com os padrões europeus da época.</p>
<p><strong>Monumento ao Imigrante</strong><br />
Construído em 1950 em comemoração ao centenário da colonização alemã no Estado, localiza-se numa das montanhas que circundam a cidade.</p>
<p><strong>Igreja Matriz Sagrada Família</strong><br />
Retrata os tempos de glória da cidade. Oferece vista panorâmica de Santa Leopoldina.</p>
<p><strong>Igreja do Tirol</strong><br />
Construção do final do século XIX, situada a 35 km da sede.</p>
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		<title>OURO PRETO  As riquezas históricas de MG.</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 09:57:28 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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		<category><![CDATA[minas gerais]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Com um grande valor histórico, o município de Ouro Preto é considerado pela Unesco um patrimônio cultural da Humanidade. Várias igrejas, museus, ouro e sobrados coloniais fazem da cidade um pólo cultural e mantêm o setor de turismo em franca expansão. E a exploração começou cedo: a cidade, que nasceu com a descoberta do ouro, já recebia aventureiros que sonhavam com a riqueza antes de 1700.</p>
<p>Ouro Preto abriga a segunda igreja mais rica em ouro do País. Ao estilo barroco, a Matriz de Nossa Senhora do Pilar foi inaugurada em 1771 e tem mais de 400 quilos de ouro em sua estrutura. A Igreja de São Francisco de Assis também tem sua importância: foi planejada e esculpida pelo artista Aleijadinho. Outra obra, tão importante quanto as igrejas em um passeio pela cidade, é o Teatro Municipal de Ouro Preto, o mais antigo da América do Sul.<span id="more-270"></span></p>
<p>Distante 96 quilômetros da capital mineira, Belo Horizonte &#8211; que já recebeu o título de metrópole com melhor qualidade de vida da América Latina, pela ONU &#8211; Ouro Preto tem, além de sua culinária típica como frango ao molho pardo e leitão à pururuca, restaurantes de cozinha francesa e também italiana. A cidade aproveita ainda de sua riqueza o comércio de jóias e pedras preciosas, que é considerado uma atividade tradicional de Ouro Preto.</p>
<p>Nem só igrejas ou museus atraem turistas a Ouro Preto. Todos os anos, no Carnaval, a Praça Tiradentes fica lotada de blocos e escolas de samba, incluindo as mirins, e as ruas próximas se enchem de festas com os mais diversos tipos de música.</p>
<p>O Museu do Aleijadinho faz parte do roteiro da Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias. Localizado na sacristia da Matriz, o local reúne obras de Antonio Francisco Lisboa &#8211; o mestre Aleijadinho, considerado um dos maiores artistas da época colonial brasileira.</p>
<p>Aleijadinho nasceu em Vila Rica e foi carpinteiro. Também fiscalizava as atividades dos demais profissionais do ramo. Influenciado por seu pai, Manuel Francisco Lisboa, Aleijadinho teve contato com vários artesãos e começou na escola de seu pai. Sua primeira obra foi no projeto da Igreja da Ordem Terceira de São Francisco.<br />
<strong>Fonte:</strong> Terra</p>
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		<title>Lenda do Frade e a Freira-ES</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 10:01:22 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Espírito santo]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;O FRADE E A FREIRA&#8221;, formação granítica gigantesca natural no distrito do Rio Novo do Sul, que originou a linda lenda do Frade e a Freira. (Cachoeiro de Itapemirm-ES). Para chegar ao local utiliza-se a ligação rodoviária que leva a Belém (são cerca de 23 km ) seguindo-se posteriormente , a estrada que liga Belém [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;O FRADE E A FREIRA&#8221;</strong>, formação granítica gigantesca natural no distrito do Rio Novo do Sul, que originou a linda lenda do Frade e a Freira. (Cachoeiro de Itapemirm-ES). Para chegar ao local utiliza-se a ligação rodoviária que leva a Belém (são cerca de 23 km ) seguindo-se posteriormente , a estrada que liga Belém a Cachoeirinha e, dessa forma chegar aos pés do morro através de trilhas em meio a mata e pelas plantações de café.<span id="more-253"></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A LENDA DO AMOR IMPOSSÍVEL&#8230;</strong></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-254" title="frade-e-a-freira" src="http://www.mftour.com.br/wp-content/uploads/2009/04/frade-e-a-freira-300x195.jpg" alt="frade-e-a-freira" width="300" height="195" />Conta-se que há muito tempo atrás, época em que o país se povoava no trabalho da terra, aqui chegou um frade moço, forte, honrado cavaleiro do exército de Jesus Cristo. Ele missionava ensinando orações e espalhando exemplos de esperança.</p>
<p>Na mesma aldeia, freiras divulgavam a ciência do esforço e do sacrifício, silenciosa e contínua tal qual pingo de chuva fina, mas teimoso e persistente. Eis que certo dia, um Frade e uma Freira, na santidade de seus olhares, apaixonaram-se.</p>
<p>Sendo ele servo e ela esposa de Cristo, não lhes era permitido outro amor. Amando e padecendo, sufocavam na noite sombria de corações, todo o desejo fremente da sonora paixão.</p>
<p>Mas, uma vez o amor desperto, a busca principia e nunca há caminho de volta. A partir de então, tudo se inflama, não permitindo mais estar na planícies da complacência e realização parcial. Não há acomodação ou ameaça de perigo que impeça o esforço por um grau máximo de aproximação. E assim, às margens do Itapemirim visualizava-se suas duas sombras, negras, lentas, numa procissão de martírio, tentando resistir às tentações da vontade envolvedora.</p>
<p>Se foram ou não um do outro, num milagre humano de esquecimento, não recorda a memória popular. Apenas uma vez, não retornaram ao seu leito de sonhos, por certo sonharam juntos no silêncio da floresta, assistidos e abençoados pela também enamorada Lua.</p>
<p>Ás margens do Itapemirim, sobre os fundamentos de granito, ergueu-se o casal, Como forma de permanecerem unidos os dois foram transformados em montanha, de tão grande era o amor, e ficam admirando um ao outro eternamente&#8230;</p>
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